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Dra. Stefania Petruzziello – Clínica médica e Geriatria

A tontura no idoso é comum, mas não é normal. Pode indicar alterações no equilíbrio, visão, audição ou pressão, aumentando o risco de quedas e exigindo avaliação médica cuidadosa.

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Atendimento em consultório e domiciliar. Curitiba e região metropolitana.

A Dra. Stefania é médica clínica e geriatra, com olhar atento, escuta ativa e raciocínio clínico apurado.
Atende de forma cuidadosa, acolhedora e sem pressa, buscando entender o paciente como um todo — corpo, mente, rotina e história de vida.

Se você ou um familiar está enfrentando dúvidas sobre envelhecimento, prevenção, quedas, memória ou doenças crônicas, marque uma consulta.
Vamos conversar com calma e traçar um plano de cuidado individualizado.

  • – Formada em Medicina e Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR)
  • – Prêmio Nilo Cairo (Medicina UFPR) e prêmio Newton Freire Maia (Ciências Biológicas UFPR), por melhor desempenho acadêmico 
  • – Residência médica em Clínica Médica pelo Hospital de Clínicas do Paraná
  • – Residência médica em Geriatria pelo Hospital Municipal do Idoso Zilda Arns
  • – Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Como a Dra. Stefania pode ajudar?

Diagnóstico e acompanhamento de doenças frequentes nos idosos: hipertensão, diabetes, cardiopatias, AVC, pneumopatias, endocrinopatias, osteoporose, neoplasias, demências, transtornos de humor, fragilidade, sarcopenia, incontinências, polifarmácia, dor crônica, cuidados paliativos e outros.

Prevenção de enfermidades que acometem mais os idosos, como quedas, doenças metabólicas, desnutrição, perda de mobilidade, além de inúmeras doenças crônicas.

Acompanhamento de longo prazo, se familiarizando com o paciente e sua história, garantindo um olhar mais atento a eventuais novas condições que forem surgindo.

É normal idoso ter tontura?

As pessoas chamam de diversas formas: tontura, zonzeira, vertigem, labirintite. A sensação de desequilíbrio ou de que tudo está girando não é algo “normal da idade”, embora seja uma queixa muito comum entre pessoas idosas. Pode sinalizar diversas condições, desde alterações benignas até problemas mais graves que exigem investigação e cuidado.

O que é tontura?

“Tontura” é um termo genérico, usado pelas pessoas para descrever diferentes sensações, como:

⩗ Cabeça leve, sensação de flutuar
⩗ Desequilíbrio ao andar
⩗ Sensação de desmaio iminente
⩗ Vertigem (sensação de que tudo gira)

Cada tipo de tontura pode ter causas diferentes, e é importante descrevê-la com detalhes ao médico.

Causas comuns de tontura em idosos

– Hipotensão postural: queda da pressão ao levantar rapidamente
– Desidratação
– Uso de medicamentos (calmantes, anti-hipertensivos, diuréticos)
– Distúrbios vestibulares (como vertigem posicional paroxística benigna)
– Problemas cardíacos ou arritmias
– Anemia
– Infecções ou febres
– Distúrbios neurológicos (como Parkinson ou AVC)
– Alterações visuais ou auditivas
– Transtornos de ansiedade ou depressão

Labirintite: muito falada, pouco comum

Muitas pessoas acreditam estar com “labirintite” sempre que têm tontura, mas a labirintite verdadeira (inflamação do labirinto, geralmente com febre e perda auditiva) é rara.

A tontura por problemas no labirinto é geralmente causada por:
– Vertigem posicional (muito comum e tratável com manobras específicas feitas em consultório)
– Neuronite vestibular
– Doença de Ménière

Somente uma avaliação médica pode identificar corretamente a causa.

Diagnóstico da tontura

O médico geriatra irá avaliar:

1) História detalhada da tontura (descrição da sensação, quando ocorre, quanto tempo dura, como começa)
2) Medicamentos em uso
3) Exame físico completo (pressão, equilíbrio, ouvidos, coração, visão)
4) Exames complementares, se necessário (exames de sangue, audiometria, eletrocardiograma, tomografia ou ressonância)

Por que é importante investigar?

Nos idosos, tontura aumenta significativamente o risco de quedas, que podem levar a fraturas, internações e perda de autonomia.

Além disso, pode estar relacionada a condições que precisam de tratamento urgente, como infarto, arritmia ou AVC.

O que fazer?

Nunca ignore a tontura — principalmente se for nova ou frequente.
Evite automedicação com remédios para “labirintite”. Muitos podem ter efeitos colaterais graves para idosos, como piorar problemas gástricos, piorar depressão, e causar tremores.
Fique atento a outros sintomas: visão escura, palpitações, fraqueza.
Procure um médico, de preferência um geriatra, para avaliar a causa e indicar o melhor tratamento.

O papel do geriatra

O geriatra está preparado para investigar as várias causas de tontura no envelhecimento, considerando o uso de medicamentos, as doenças crônicas, o ambiente e o risco de quedas.
O cuidado é sempre individualizado, humanizado e preventivo.

Leia mais:

Geriatria: a especialidade do idoso

Cognição e distúrbios neurológicos do idoso

Saúde mental no envelhecimento: ansiedade e depressão

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